Sexta, 19 de maio de 2017, 15h22
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Esportes / BASQUETE

CBB consegue certidão negativa e aval para receber verbas

Confederação de Basquete consegue documento que a libera para receber verbas públicas, mas Comitê Olímpico do Brasil aguardará fim da suspensão da Fiba; seleções não podem jogar internacionalmente

Com novo presidente desde março, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB), conseguiu um documento importante nesta sexta-feira.

 

Em meio a uma crise financeira e política gigantesca da entidade, o Ministério da Fazenda deu à Confederação a certidão positiva com efeitos de negativa de débitos relativos aos tributos federais e à dívida da união. Com isso, a CBB já poderá receber verbas públicas, oriundas do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e Ministério do Esporte.


O COB, porém, deixou claro que só dará o dinheiro destinado da Lei Piva (R$ 3,46 milhões), proveniente das loterias federais, depois que a Federação Internacional tirar a suspensão colocado ao basquete nacional.

 

Atualmente presidida por Guy Peixoto, ex-jogador da seleção brasileira e que tem o apoio de muitos dos principais nomes da história do basquete do país, a CBB está sem patrocínio. Segundo o próprio presidente, alguns parceiros estão próximos de fechar contrato, mas ainda não há nada concreto.


A CBB, no entanto, segue proibida de ter as seleções nacionais e seus clubes disputando competições chanceladas pela Federação Internacional (Fiba). No mês que vem, a entidade que comanda o basquete intercional poderá, ou não, tirar a suspensão importa ao basquete brasileiro.


Para suspender a CBB provisoriamente desde novembro, a Fiba enumerou diversos casos de falta de gestão na entidade.

 

A mandatária do basquete mundial citou a falta de controle sobre o basquete do país, lembrando que na Copa América sub-18, em julho passado, os jogadores convocados para a seleção brasileira faziam parte de um mesmo time e tiveram seus custos pagos com recursos da Liga Nacional de Basquete.

 

Além disso, a ausência de equipes brasileiras em torneios internacionais também foi lembrada, como no Campeonato Mundial de basquete 3x3 e no Campeonato Sul-Americano sub-15. Não bastasse, a Escola de Técnicos está desde 2014 sem atividades.



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